Mostrando postagens com marcador poesias. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador poesias. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

O que é poesia ?

É inspiração alforriada,
De letra lida ou cantada
Choro da alma partida
Verso de pena corrida

É loucura remodelada
De voz doce ou salgada
Cheiro de chuva caída
Dom buscando a saída

É saudade fantasiada
Em estrofes (des)arrumadas
Sonho de pé ou dormido
Gente vibrando escondido

É história de amores 
Cor, cheiro e sabores
Rima rara ou parelha
Sorriso largo ao lê-la
 
 

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Momento Poesia

Título: Auto-imagem
por Fabio Machado.

Sinto que tirei do peito um grande peso
Como posso retribuir sua compreensão ?
Meu pagamento são as lágrimas que verto
As batalhas da vida são cobranças em vão


O tempo mostrará a verdade nua e crua
Que beiro a insanidade, a loucura às vezes
Tentando a todo custo te proteger da sua


Abra os olhos e veja o reflexo no espelho
Deixe o choro transbordar pelo canto
Depois o ritmo do coração interrompê-lo
Mire o céu, voe alto até o reencontro

Não permita que ele fuja de sua batalha mor
Enfrente seus demônios, desafie seus medos
Pois no final venceremos a guerra do amor.




Saudações fraternais,


Fabio Machado.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Momento Poesia

Sem Título
Autor: Fabio Machado

Leve-me à loucura em silêncio,
Mostre-me todo o poder do amor.
Cada movimento seu é um milagre.
E mesmo quando algo mudar,
Continuarei parado te admirando.

Esse é meu maior pecado,
Acolher-te e te abandonar,
Amar-te e te magoar,
Meu medo merece perdão ?

Não posso controlar os sentimentos,
Porque você está dentro de mim.
Eu me sinto vivo dos pés à cabeça
E quero me entregar até o fim,
Até quando o universo nos permitir.

Esse é meu maior pecado,
Querer, mas questionar em vão
Decidir sem dizer sim ou não,
Será que Deus vai me ajudar ?


Saudações fraternais,
Fabio Machado.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Momento Poesia: Natureza sem fim

Título: Natureza sem fim
Autor: Fabio Machado

Belo és tu,
Que ilumina meu dia com sua intensa luz
Que aquece as manhãs com seu calor
Que enaltece a cada dia essa linda flor

Bela és tu
Que as cores mais belas que hão reluz
Que perfuma as tardes com seu odor
Que engrandece a cada noite nosso amor

Ciclos se seguem
Um pelo outro vivendo cada segundo
Viajando os quatro cantos do mundo

Dádiva sem fim
Perfeito como a essência da lei
O amor entre o girassol e o astro-rei

sexta-feira, 12 de março de 2010

Momento Poesia: Bate e Rebate

Um dos blogs que eu sigo, o Bate e Rebate da minha amiga Raquel Medeiros, fez aniversário recentemente e ela me pediu pra escrever algo pra homenageá-lo. Essa poesia é o meu presente, espero que ela goste e continue escrevendo e inspirando !


Título: Bate e Rebate

Lembrança que bate, saudade que rebate
Assim sinto a amizade que em mim vive
E mesmo de longe seu sorriso me atinge
Um jogo de sorte que termina em empate

Em suas palavras duras leio leveza
No seu tom doce ouço apenas verdade
Não há orgulho ou pecado de vaidade
Apenas ansiedade vestida de firmeza

Que seja zen, fé desejar-lhe-ei
Ao seu brado nossa voz se unirá
Em cada brinde ela se reforçará

Que fique bem, em paz querer-te-ei
Ao seu lado minha afeição estará
Por seu chamamento ela aguardará


Saudações fraternais,

Fabio Machado.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Marcas do tempo

Dá-me incerteza, peça-me esperança,
Que carregam o amanhã e a lembrança.
Tomo-lhe o medo, acolho-te como criança
Com braços e versos de temperança.

De nos percebem por fora,

imaginando o espaço entre o sujeito e o objeto,
vagando pelo labirinto de anseios e receios.
A dádiva do desencontro se faz, portanto,
onde o amor chorou suas dores e ardeu suas feridas.
E com vossas mãos enxugaremos as lágrimas e o sangue.

De olhamos para o alto,

enxergando o vazio escuro entre os pontos brilhantes,
tentando ir além dos porquês e senãos.
O mistério do encontro se refaz, entretanto,
onde a vida plantou suas sementes e jogou suas estrelas.
E com nossas mãos colheremos os frutos e os desejos.


Saudações fraternais,

Fabio Machado.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Momento Poesia: Recomeço

Recomeço

Nada melhor que um recomeço,
Que acolho com muito apreço.
As rimas vêem que não mereço,
O avesso do avesso ao avesso.

Estou inspirado, crio meu texto
Na medida certa desse contexto
Não me venha com seu pretexto !
Senão, madame, quero refresco !

Lá atrás, onde jaz o ex-começo
No canto escuro um belo terço
Do passado que nunca esqueço.
Ei, você, eu não te conheço ?


Saudações fraternais,

Fabio Machado

domingo, 5 de julho de 2009

Momento Poesia: Renascer

Essa poesia eu escrevi de improviso nesse último sábado, durante uma dinâmica do curso de pós-graduação. Mudei duas ou três palavras agora pra melhorar a rima, mas a métrica...

Renascer

Intervalos de tempo definem fases
Que perfazem empresas e mãos
Suscitam estratégias, ações e vozes
Resultam numa constante revolução

Competências sólidas definem talentos
Que decidem, lideram a organização
Refletem a cultura que dá o exemplo
Exercem as forças que mudam o padrão

Com os erros aprendemos a lição
Buscando sempre uma nova visão
Comprometidos com a contínua evolução

O desempenho excelente é a missão
De onde os bons resultados virão
Renascendo através da total união


Saudações fraternais,

Fabio Machado

terça-feira, 2 de junho de 2009

Momento Poesia: O sonho

Título: O sonho
Autor: Fabio Machado

Nunca dantes rendi-me ao pranto
Como hoje faço em tua memória
Seduziu-me de pronto, no entanto
A lembrança de uma breve estória

Passos curtos demarcam a retirada
Traços firmes, amarguras do poeta
Fragilidades se fizeram por amá-la
Quando o tempo enfim deu o alerta

Tento escapar dobrando a esquina
Mas a sombra acompanha de perto
Então que a arte gaste minha sina
Até que a dor se acabe decerto

Sigo em frente na senda, errante
Sob às rédeas do amor irrestrito
Irradiando a minha luz vibrante
Até enccontrar meu par infinito


Pensei que era você que sairia de manhã pra colher as flores do quintal que estariam em nossa mesa, imaginei que tu sentirias o perfume dos meus incensos, que usaria meus chinelos largos em seus pés. Mas a camisa de gola e manga longa nunca foi sua única veste nas manhãs de domingo, tudo não passou de um sonho doce... A existência se mostrou vilã de qualquer razão aparente. Nem os sentimentos suportaram o peso da ironia da vida. O presente, sempre diminuto, não viveu o suficiente pra nos unir em seu passado de lembranças férteis, ficamos apenas na imaginação do futuro inquietante. Toda a subjetividade estava ali, manifesta em nosso desencontro, nada além de um instante amorfo em meio a conformidade de escolhas divergentes. Sim, eu fui cercado pelo seu nome e sua indiferença me ordenou príncipe de um reino solitário, onde a desamparada existência foi, enfim, derrotada pela plenitude da essência. Quando, então, chorei... não de tristeza, mas pelo transbordamento de um oceano de certezas ao encontrar a Verdade.


Saudações fraternais,

Fabio Machado

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Momento Poesia: Saudade

Saudade
Autor: Fabio Machado

Saudade é o resultado de uma linda lembrança,
como o sorriso faceiro e fácil duma criança.

Saudade é querer sentir novamente um prazer,
como tomar banho de chuva e rodar bambolê.

Saudade é desejar rever um grande amor,
seja um amigo, um parceiro ou o vovô.

Saudade é hoje sentir de dentro pra fora,
o que de fora pra dentro sentiu-se outrora.


Saudações fraternais,

Fabio Machado

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Momento Poesia: Ode à Sinceridade

Título: Ode à Sinceridade
Autor: Fabio Machado

À raíz da sinceridade eu sigo meu rumo
Caminhando pela vida, em verso e prosa
Com fardo nas costas, o barco em prumo
Aportando à sua vista, na mão uma rosa

Idéias brotam e levo-as em tua direção
Na mão direita apenas a eterna verdade
Na esquerda felicidade, leveza, emoção
Sempre tramando em busca de serenidade

Envio-lhe um convite lotado de anseios
Entrego-me por inteiro como o Redentor
Ponho o destino à mercê dos seus meios
Sigo meu caminho com furtivo esplendor

Vejo que a ela tudo parece lindo sonho
Onde drama e teatro são o nobre enredo
Jogo o jogo pra não fazer-me enfadonho ?
Ou fico firme ao meu credo em tom ledo ?


Saudações fraternais,

Fabio Machado.

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Momento Poesia: Pobre tolo ariano

Título: O tolo ariano
Autor: Fabio Machado

Fito-a na penumbra, despida de incerteza
Só o amor recobre seu corpo e transborda
Invade minh'alma como a brava correnteza
Quando o astro nasce e sua luz me acorda

Suas curvas me remetem à dança do oceano
A leve brisa acaricia as longas madeixas
Estou entregue, sou um pobre tolo ariano
Inspirado por ti, enamorado, sem queixas

Moça, por que você não me dá uma chance ?
Posso não ser o tal príncipe encantado
Posso não ser Dom Juan ou ás do romance
Mas quero te amar, morrer teu namorado


Saudações fraternais,

Fabio Machado.

terça-feira, 7 de abril de 2009

Momento Poesia: Pensamentos livres

Pensamentos Livres
Autor: Fabio Machado

"A sabedoria é o conhecimento colocado em prática através da pureza do coração e da inocência do espírito iluminado..."

"E assim a luz que nos mostra a realidade refrata nas ondas, trazendo consigo uma projeção não só do que podemos ver, mas daquilo que queremos enxergar.
E fazêmo-lo... com receio e audácia que nos são peculiares, deslizando pelo tubo d'água até alcançar a liberdade, que nada mais é do que a evaporação do mar que nos cerca, a continuação gasosa incerta, a percepção limitada que nos acerta."

"Seu nome não importa, nomes não importam... Mas você deve estar emanando boas vibrações, porque eu imaginei "A" de amor e "G" de gratidão. Se houvesse um "D" de desculpas você seria perfeita, pois ele estaria no centro, no meio entre os anteriores, formando a minha trindade sagrada, aquela que permeia meu momento e meu movimento.
São o A-lfabeto, a G-ramática e o D-icionário que compõem a linguagem da alma, aquela que fala o idioma original, primordial, divino, aquela que só fala e ouve quem está de coração aberto e espírito repleto, aquela que chama, que clama e atrai a cara-metade, a alma-gêmea, a plena felicidade."

"Cá estou eu, pensando em como seria sublime estar com você ao meu lado, meus dedos deslizando suavemente por seus cabelos vistosos; seu sorriso estampado evidenciando nossa felicidade. Leia-me; imagine meus pensamentos, sinta meus sentimentos e deixe a sincronicidade nos aproximar, deixe acontecer, como tiver que ser... Mas permita-se vir ao meu encontro. Enfrente a jornada com a atitude de uma amazona, pois sou seu guerreiro e empunharei minha espada por ti, aniquilando todas as feras que encontrar pelo caminho, o caminho até você.
Não medirei esforços, não pouparei suor ou sangue até que estejamos juntos, conjuntos, e ao avistar-te ao longe, caçarei as últimas forças das minhas entranhas para correr ao seu encontro. Encarar-te-ei com meus olhos vidrados, meus braços abertos e entre o calor em meu coração e o frio em meu estômago te aninharei, embebendo-te com todo o meu amor."


Saudações fraternais,

Fabio Machado.

domingo, 22 de março de 2009

Momento Poesia: Eu sou...

Título: Eu sou...
Autor: Fabio Machado

Eu sou uma consciência confusa
Em busca, de certa forma obtusa

Eu sou homem, sou santo e poeta
Mundano pecador e divino asceta

Eu sou ordem, sou caos e profeta
Recluso sonhador e notório pateta

Eu sou silêncio, sou som e música
Num minuto certeza, noutro dúvida

Eu sou bem, sou mal e selvagem
Às vezes real, às vezes imagem

Eu sou paixão, sou calor e amor
Oscilando entre a paz e a dor

Eu sou movimento, dom e verdade
Fiel escudeiro da sincronicidade

Eu sou paz, sou guerra e conflito
Com jeito sagaz e coração aflito

Eu sou cor, sou tom e Natureza
Do respeito e da sincera pureza

Eu sou cheiro, sou pele e Outono
Ora rei sem espada, ora cão sem dono

Eu sou nada mais do que eu
Um pouco seu, um pouco meu
Eu sou...

terça-feira, 17 de março de 2009

Momento Poesia: Temporal

Título: Temporal
Autor: Fabio Machado


O tempo... ah! pródigo tempo
Que traz impressão de mudança
E o infortúnio da esperança
Sem corromper seu movimento

Faz-nos todos bravos peões
Construindo muros de arrimo
Com loucuras e sonhos do imo
A viver ante as desilusões

Cobra seu preço sem pressa
Preparando-nos para partida
Congelando a energia da vida
Libertada na parte pregressa

Mas juntei início, meio e fim
Ao viver o amor fundamental
Tornando-me um ser atemporal
Conjugado com o Deus em mim


Saudações fraternais,

Fabio Machado

domingo, 15 de março de 2009

Momento Poesia: Caminhos insólitos

Às vezes eu realmente tento me desconstruir, eximir-me de todas as teorias que a vida me empresta a juros exorbitantes. Nessas horas estou imbuído de uma fé que se atém apenas aos sentimentos que fazem parte da essência, bons e ruins.

Diferente do que cogitou minha muito querida amiga Julia Costa, eu não sou preso a essas idéias, principalmente porque me incomoda qualquer aparente aprisionamento, até à mim mesmo, mais ainda porque elas são amorfas como ar, dissipam-se à primeira oportunidade.

Talvez as ciências, naturais ou não, sirvam apenas como subterfúgio, uma forma de nos posicionarmos diante do que conhecemos como realidade. Talvez nossos símbolos sejam apenas uma projeção, diminuta, de algo tão poderoso que está além da nossa compreensão. Talvez...
Sempre pensei que perguntas são muito mais importantes que respostas, mas afinal, talvez nem aquelas sejam...

O fato é que minha consciência me permite existir, pelo menos em mim mesmo e perceber à minha maneira que o jogo da vida possui regras. E como dizia meu primeiro técnico de tênis de mesa, o Sr. Antônio: o importante é participar...

Mas há horas em que eu quero fugir, pedir o mundo pra parar e voltar pro meu planeta.
Curiosamente nessas horas eu escrevo poesias. Não tenho a menor idéia porque fico inspirado, mas sei que isso começou quando eu tinha 15 anos e soube que um colega de turma do colégio chamado José Eduardo fazia parte de um círculo de leituras poéticas, onde também se aprendia a escrever em verso.

Aqui vai mais uma que acabo de escrever...


Saudações fraternais,

Fabio Machado.


*******************************************


Título: Caminhos insólitos
Autor: Fabio Machado

Quero me encontrar ao longe
Onde a reta se torna curva
Onde a vida se mostra turva
Na montanha do inócuo monge

Faz de mim balaio de reza
Pela paz que luto em vão
Pelos votos que brotarão
Na mensagem que ele preza

Como estou no meu caminho ?
Vou trilhá-lo enfim sozinho ?
Afastar-me em solidão ?

Vaguear na estrada interna
Sem a luz de uma lanterna
Pode ser-me uma opção...

terça-feira, 10 de março de 2009

Momento Poesia: Laços

Esses dias eu estava surfando pelo Orkut, sem rumo, e encontrei um video lindo no perfil de uma moça chamada Chica, que me pareceu ser a autora. Segundo o que ela escreveu, o curta foi premiado num concurso realizado pelo YouTube. Não confirmei essa informação, mas vale a pena assistí-lo de qualquer maneira. Acessem o link: http://www.youtube.com/watch?v=gl74J-aAnfg

Eu escrevi uma poesia de presente pra Chica, mas pra minha frustração, hoje descobri que ela é apenas uma fã como eu. Pensei comigo mesmo: qual é o problema ? Vou presenteá-la mesmo assim, afinal, ela foi a ponte entre mim e a minha inspiração.


Saudações fraternais,

Fabio Machado.


*****************************************************

Título: Laços
Autor: Fabio Machado

Laços, possíveis, laços
Que abraçam multidões inebriantes
Numa redoma de luzes exuberantes
Até a cor da paixão acalentar

Laços, notáveis laços
Que alimentam a união renovadora
Numa cadência de tons inspiradora
Até o som do universo reverberar

Laços, eternos laços...
Que aproximam corações dilacerados
Num movimento de corpos entrelaçados
Até o último suspiro desabrochar

Laços, divinos laços
Que enlaçam minha alma esperançosa
Numa odisséia de amor despendiosa
Até a tórrida jornada recomeçar

quarta-feira, 4 de março de 2009

Momento Poesia: À espera de uma paixão

Hoje me perguntaram se fui eu que escrevi esse soneto, então cabe aqui uma retratação e uma explicação. Desculpem-me por não ter citado a autoria antes !

Ontem aconteceu algo raro nos dias de hoje: tive insônia.
Na verdade, eu estava cansado de estudar Economia e com sono, mas me peguei pensando no meu falecido tio e a mente começou a viajar, viajar, viajar e eu não consegui domir. Quando não agüentei mais houve um "shutdown".

Mas tem dia que os planos da vida são diferentes dos nossos... Comecei a sonhar com formigas subindo nas minhas pernas e de repente acordei e dei um salto da cama ! Acreditem, senti várias coceiras e quando acendi a luz lá estavam elas. Eram dois formigões que só podem ter vindo de alguma outra dimensão, porque não tinha uma explicação normal pra eles estarem ali.
Infelizmente um deles eu matei quando acordei, mas outro teve a sorte de ser conduzido em segurança para a varanda... Vá em paz e de preferência não me morda novamente, porque eu tenho alergia a ácido fórmico !
Insone mais uma vez, eu resolvi escrever e acabei psicografando essa poesia.

Aproveitei pra mudar uma linha agora...


Saudações fraternais,

Fabio Machado.


*****************************************************

Título: À espera de uma paixão
Autor: Fabio Machado

Se estou apaixonado é assim
Dou-me-lhe como um sonhador
Recubro de encantos e dor
O incólume trovador em mim

Beijo-te os lábios em sonho
Sem a tez poder sequer tocar
O subconsciente a imaginar
Que em teus braços enfronho

Venha cá meu grande amor
Seja minha enquanto for
Meu canal com o Criador

Em nosso reino unos seremos
Em vosso ninho repousaremos
E até a morte enfrentaremos

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Momento Poesia: O Sentido da Vida

Título: O Sentido da Vida
Autor: Fabio Machado

Cada segundo impiedoso e implacável
Acelerando meu coração até o limite
Despindo-me de qualquer razão aparente
Meros centímetros parecem anos-luz

O universo atinge o ponto de mutação
Que nos une através de nossas almas
Nada mais existe, a vida é uma ilusão
Só o amor resiste em meio à escuridão

Os átomos viajam sem rumo ou destino
Impulsionados pela energia da paixão
Conduzem meus sentidos ao extremo
Elevam meu espírito até o ser supremo

Tudo fez sentido, o mistério acabou
Não vejo, não ouço, não penso
O tempo finalmente parou de correr
Não sou mais eu, sou eu e você


Saudações fraternais,

Fabio Machado.